FIS 2015

De 20 a 22 de Novembro de 2015, no Cine-Teatro Garrett, na Póvoa de Varzim, decorreu a primeira edição do FIS – Festival Internacional de Solos, uma co-produção entre a Marácula, a Ventos e Tempestades, e o próprio teatro. Durante três dias, 13 espectáculos de Dança, Teatro e Circo habitaram os distintos espaços do Cine-Teatro, procurando oferecer ao público uma viagem por díspares paisagens cénicas e locais de apresentação tanto convencionais como alternativos.

Em 2015 o FIS inaugurou a sua primeira edição recorrendo apenas a propostas geradas no seio das duas associações co-produtoras (Marácula e Ventos e Tempestades). Porém, tendo em conta os objectivos traçados, essas propostas foram gizadas e apresentadas segundo critérios muito específicos: aglutinação de diferentes discursos artísticos ao longo dos três dias do festival; estruturação de um calendário que promovesse o deambular do público pelos diferentes espaços de apresentação; oferta de criações de “risco”, de classificação difícil, híbrida e fronteiriça, estimulando e preparando o público para um festival, ele próprio, de classificação difícil, híbrida e fronteiriça.

Culminando num convite ao público de viajar tanto pela arquitectura dos lugares físicos como pela arquitectura da programação, a afluência de público, nas 15 récitas realizadas na primeira edição do FIS (uma de cada um dos espectáculos e 3 do espectáculo “O Homem que só pensava em Números”) cifrou-se, aproximadamente, nas 850 pessoas, o que perfaz uma média de 57 espectadores por récita.

Em edições vindouras, a estratégia de comunicação do evento terá, obrigatoriamente, que ambicionar uma ocupação praticamente plena dos espaços, fazendo o evento crescer e permitir que a sua identidade passe a gozar de um reconhecimento imediato junto da comunidade em que se insere.

“O Cisne” por Tiago Regueiras

“Quase corpo” por Hugo Emanuel Magalhães

“Diário de um Louco” por Pedro Galiza

“326 MORMURs” por Dídac Gilabert

“Outrora” por Crestina Martins

“uma forma quase cilíndrica” por Teresa Santos

“Un après-midi de la poésie pour la liberté (solo)” por Isabel Costa

“Només Ricard” por Xavier Torra

“O homem que só pensava em números (solo)” por Pedro Carvalho

“Martha” por Sara Garcia

“Planisfério” por Joana Martins

“A Mulherzinha” por Inês S Pereira

“Sapo al Vapor” por Giselle Stanzione

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