
A cada edição, o FIS Festival revela um universo onde o solo se desdobra em múltiplas linguagens num diálogo entre corpos, ideias e tempos.

Para este aquecimento FIS vai ao café, Alexandre Sá foi o artista que imaginámos levar ao Pátio em Vila do Conde.

Este ano, em jeito de aquecimento para o festival, levámos o FIS ao Café. Mais precisamente, dois cafés. Da Póvoa de Varzim e de Vila do Conde.

Já aconteceu a performance Malabarismo in vitro de Uatumã Fattori, uma parceria FIS + MONTRA, na Peixaria Sul do Mercado Municipal de Vila do Conde.

Damos-te as boas vindas à 8a edição do FIS · Festival Internacional de Solos. A dois anos de celebrarmos uma primeira década, permite-nos, antes, comemorar esta oitava.

Iniciámos as pré-montagens, filmámos uma entrevista para a RTP e hoje à noite já decorre a projecção do filme Os Filhos de Isadora, uma parceria FIS + Cineclube Octopus.

Imagens do Workshop de dança Transform into an image com Adrián Vega, que estabelece uma relação com as imagens, analisando a relação com as câmaras, a fotografia e o vídeo.

Imagens do workshop de iniciação à manipulação de marionetas com Ivo Romeu Bastos do teatro da Palmilha Dentada.

Já aconteceu a performance de dança e vídeo Macaquinho do Chinês de Ana Isabel Castro, uma parceria MONTRA + FIS, na Loja Malhão em Vila do Conde.

O FIS arrancou com as montagens da exposição (M)AR de Filipe Larangeira, uma parceria FIS + MONTRA, no Cine-Teatro Garrett e na Mercearia Paulino.

À 7ª edição do FIS trazemos, uma vez mais, projectos com linguagens, premissas e cruzamentos artísticos, cujas características identitárias, explorações e prácticas são desenvolvidas no palco sob o formato de solo.

Ao longo das várias edições, a construção de um festival capaz de proporcionar condições óptimas a artistas e público tem sido um dos principais focos de resistência a par de uma programação necessária e diversa, uma constante abertura a novas parcerias e formatos e uma vontade de promover o cruzamento interdisciplinar de públicos.

Cinco anos depois esse dia chega, mas muitas das lutas continuam e não podem ser ignoradas: por um lado a luta difícil-sem-fim do processo do apoio às artes, da fidelização de públicos, das infra-estruturas necessárias, por outro lado a dos artistas e dos criadores que procuram, trabalham, precisam.

Num ano assinalado por um controverso processo de atribuição dos apoios às artes, esta questão torna-se penosa de responder. Por um lado, a dignidade. Não apenas a nossa. Aliás, cada vez menos a nossa. A dignidade dos que nos presenteiam, durante breves momentos, com o árduo trabalho arquitectado durante longos dias, semanas, meses e anos.

O caminho, começado há dois anos, continua a dar-nos estrada para bater: pela primeira vez, visita-nos a música; pela primeira vez, pomos um pé fora de casa, fora do Cine-Teatro Garrett, e vamos ali ao lado, que também há espaço para solos em sítios um pouco menos óbvios.

Pelo segundo ano consecutivo, as duas associações culturais, juntamente com o Cine-Teatro Garrett, produzem o festival que pretende ser uma plataforma de criação, produção, acolhimento e divulgação de espectáculos a solo, concebidos no âmbito das mais diversas abordagens artísticas.

FIS – Festival Internacional de Solos surge do casual encontro entre as associações vizinhas Marácula (Póvoa de Varzim) e Ventos e Tempestades (Vila do Conde), prontamente apadrinhado pelo Cine-Teatro Garrett.