Festival Internacional de Solos

uma forma quase cilíndrica

Cine-Teatro Garrett, Sala de Ensaios

Sinopse

“uma forma quase cilíndrica” materializa gestos e estados quase invisíveis que o corpo carrega na tentativa de preservar a vida. Caminhar. Colectar. Carregar. Gerir. Usar. Solucionar. Viver.

A imagem de uma mulher a transportar água foi o ponto de partida para o processo de criação de “uma forma quase cilíndrica”. O próprio corpo aparece na performance como um transportador de água e estados. Neste corpo operário reconhece-se o esforço para obter o essencial, numa actividade diária que, culturalmente, está muitas vezes destinada à mulher e é por ela repetida ao longo da vida, em prol da comunidade. Assim, a água é a matéria central e condutora da história, juntamente com os objectos necessários para a recolher, armazenar e utilizar.


Biografia

Teresa Santos nasce em Vila do Conde, em 1985. Em 2007 conclui a Licenciatura em Dança – Ramo de Educação – pela Escola Superior de Dança do Instituto Politécnico de Lisboa. É professora de dança em diferentes espaços e contextos educativos. Como intérprete, participa em projectos de Pedro Carvalho, Teresa Prima, Ismael Ivo, Jean Daniel Fricker e Ana Renata Polónia. É co-fundadora da Ventos e Tempestades e de vintiset.net.

Ficha técnica e artística

Direcção, criação e interpretação Teresa Santos
Assistência de direcção, desenho de dom e luz Dídac Gilabert
Produção Companhia Ao Vento / Ventos e Tempestades – Associação Cultural
Apoio Centro Municipal de Juventude de Vila do Conde
Estreia Corrente Alterna – Mostra de Criações Incógnitas, uma co-produção Companhia Erva Daninha e Teatro Nacional São João, 2013

Duração ≈ 30 minutos ● M/12

© Foto João da Cruz

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