Festival Internacional de Solos

Um Solo para a Sociedade

Cine-Teatro Garrett, Sala Principal

Sinopse

A partir do monólogo O Contrabaixo, de Patrick Süskind, António Cabrita e São Castro aprofundam a reflexão sobre como as pessoas ocupam um território comum, abordando problemáticas que norteiam a condição humana; ampliando o gesto como movimento elaborado e exteriorizado dessa reflexão. O confronto do eu e dos outros, do barulho e do silêncio em som visível no corpo.

Um solo diante da sociedade, o público. Um público que observa o indivíduo, um intérprete que observa a sociedade.


Biografia

António Cabrita licenciado pela Escola Superior de Dança, é também diplomado pela Escola de Dança do Conservatório Nacional e estudou Dança no Joffrey Ballet School, Nova Iorque. Enquanto bailarino, coreógrafo, ‘vídeo-designer’ e sonoplasta tem desenvolvido o seu trabalho entre Portugal e Alemanha. Com São Castro, recebeu o Prémio Autores da SPA na categoria Melhor Coreografia com Play False (2014).

São Castro iniciou a sua formação em dança no Balleteatro Escola Profissional de Dança e de Teatro do Porto e, em 2002, concluiu a licenciatura na Escola Superior de Dança. Enquanto intérprete trabalhou com vários coreógrafos de renome. Com António Cabrita, recebeu o Prémio Autores da SPA na categoria Melhor Coreografia com Play False (2014).

Miguel Santos licenciado em Dança pela Escola Superior de Dança, Instituto Politécnico de Lisboa. Como intérprete passou pela Companhia de Dança de Almada onde trabalhou com Benvindo Fonseca, Carla Jordão, Nuno Gomes, Ricardo Ambrozio, Daniela Andana, Bruno Duarte e São Castro. Colaborou com Gonçalo Ferreira Lobato para a CDCE (2013); João Fernandes (2015) e Paulo Ribeiro para a Companhia Paulo Ribeiro (2018). Colaborou com a CPCB como intérprete no programa Jovens Coreógrafos Portugueses (2018). Em 2014 criou o solo Quase Mágico.

Ficha técnica e artística

Conceito São Castro
Coreografia, desenho de luz e figurino António Cabrita e São Castro
Música original São Castro
Música adicional Daniel Bjarnason, Hildur Gudnadóttir, Jean Sibelius e Jean-Baptiste Lully
Interpretação Miguel Santos
Agradecimentos Conservatório Regional de Música Dr. Azeredo Perdigão – Viseu
Produção Companhia Paulo Ribeiro
Co-produção Teatro Viriato

Duração ≈ 62 minutos ● M/12

© Foto António Cabrita e São Castro

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