Festival Internacional de Solos

Monólogo de uma mulher chamada Maria com a sua patroa

Cine-Teatro Garrett, Sala Principal

Sinopse

Monólogo de uma mulher chamada Maria com a sua patroa é o título roubado clandestinamente a um texto do livro “Novas Cartas Portuguesas”, e que dá o mote para este espectáculo. Partimos da criação do primeiro Sindicato do Serviço Doméstico em Portugal para contar a história, ainda pouco conhecida, pouco contada, pouco reconhecida, pouco valorizada, do trabalho das mulheres, do seu poder de organização, reivindicação e mudança. É a história das mulheres que limpam o mundo, das mulheres que cuidam do mundo, das mulheres que produzem, educam e preparam a força de trabalho. Esta é a história do trabalho invisível que põe o mundo a mexer.


Biografia

Cassandra é uma estrutura artística fundada em 2020, no Porto, por Sara Barros Leitão. Ao longo de 2021 desenvolve o projecto Heróides – clube do livro feminista, e estreia o espectáculo Monólogo de uma mulher chamada Maria com a sua patroa, que estará em digressão nacional até 2022. Depois de Sara Barros Leitão ter escrito, encenado e interpretado os espectáculos Teoria das Três Idades (2018, produzido pelo Teatro Experimental do Porto) e Todos os Dias Me Sujo de Coisas Eternas (2019), esta nova criação surge como o encerramento desta trilogia de monólogos.

Ficha técnica e artística

Criação, texto e interpretação Sara Barros Leitão
Assistência à criação Susana Madeira
Cenografia e figurino Nuno Carinhas
Desenho de luz Cárin Geada
Desenho de som José Prata
Montagem e operação de som Maria Peres
Montagem e operação de luz João Teixeira
Coordenação e acompanhamento da pesquisa Mafalda Araújo
Tradução e legendagem para inglês Amarante Abramovici
Direcção de produção Susana Ferreira
Concepção de maquinaria António Quaresma
Execução de costura Ponto sem nó

Co-produtores 23 Milhas, Fundação Centro Cultural de Belém, A Oficina, Cine-teatro Louletano, Teatro Académico Gil Vicente, Teatro do Noroeste – Centro Dramático de Viana, Teatro Municipal Baltazar Dias, Teatro Nacional São João e Teatro Viriato
Residência de co-produção O Espaço do Tempo
Projecto financiado por República Portuguesa e Direcção Geral das Artes

Duração ≈ 90 minutos ● M/12

© Foto Susana Ferreira

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